"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe."
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Pra tudo se acabar na quarta-feira.......
Lavra o Antigo Testamento, no livro de Jó, que “os homens se cobriam de cinzas para exprimir sua dor e humilhação.”.
Quando a Igreja Católica adquiriu poder temporal, no primeiro dia da Quaresma os pecadores, ou penitentes, se apresentavam ao bispo, ou penitenciário (daí a designação de penitenciária à casa de detenção que serviria para os delinquentes purgarem os seus crimes) e pediam perdão pelos seus pecados.
Os penitentes se apresentavam ao bispo vestidos com um saco e com a cabeça coberta de cinzas, que representava a consciência da mortalidade, pois está escrito que "Memento homo quia pulvis es et in pulverem reverteris”, no vernáculo “Lembra-te, homem, que és pó e ao pó retornarás”.
Mais tarde, um dos mais sábios membros da Igreja, Santo Agostinho (para mim só superado por São Tomás de Aquino), tornou a cerimônia das cinzas uma obrigação de todos os cristãos, pois, segundo ele, todos somos pecadores.
A quarta-feira de cinzas, portanto, é o dia em que nos devemos prostrar aos pés do Criador e pedir perdão pelos nossos pecados, com a cabeça coberta de cinzas, para que jamais esqueçamos que somos pó.
Como não mais é costume cobrir a cabeça com as cinzas, o celebrante, com o dedo polegar envolto em cinzas, faz o sinal da cruz na testa do penitente, que só pode lavar após o meio dia, daí porque, regra geral, o feriado do carnaval termina ao meio-dia da quarta-feira.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Enquanto os homens exercem seus podres poderes…
A foto acima é de Vishakha, uma criança de 4 meses que pesa 2,3 quilos.
Como outras crianças indianas que estão internadas no “Centro de Reabilitação Nutricional de Shivpuri”, no estado de Madhya Pradesh, na Índia, Vishakha é o retrato de países (como Índia e Brasil), que estão entre as dez maiores economias do mundo, mas, cujas democracias não têm propiciado à nação qualidade de vida compatível com a solidez econômica que experimentam.
Foto: Reuters
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Professor terá 820 vagas de especialização abertas este ano
Tão essencial quanto a compra de equipamentos e a construção de laboratórios ou escolas, a formação de docentes e gestores das redes estaduais de ensino técnico é um dos objetivos do programa Brasil Profissionalizado, que faz parte das ações do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec).
A expectativa para 2012 é de oferecer 820 vagas em cursos de mestrado ou especialização, em institutos e universidades federais. De acordo com Marcelo Camilo Pedra, coordenador-geral de fortalecimento das redes de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação, a previsão para este ano é de que o investimento com a abertura das vagas em cursos de especialização e mestrado chegue a R$ 30 milhões com as novas parcerias que são negociadas. “Além da estrutura física e de laboratórios, o material humano é, sem dúvida, o mais importante no processo de formação dos alunos”, justifica.
Atualmente, cerca de 230 professores e diretores de escolas técnicas estaduais se encontram em cursos ofertados no âmbito do programa. Mais de R$ 4,4 milhões já são investidos na formação destes profissionais e na abertura de novas turmas.
Inicialmente, em 2011, os cursos foram pensados para qualificar os gestores das escolas financiadas pelo Brasil Profissionalizado. Ainda no final do ano passado também tiveram início as primeiras turmas com docentes no curso de especialização em agroecologia.
A formação em agroecologia para professores, assim como os cursos de especialização e mestrado para gestores educacionais, são uma parceria entre a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná, para as especializações em gestão e agroecologia. Ofertada pela Universidade Federal de Juiz de Fora, já está em andamento a primeira turma de mestrado em gestão e avaliação da educação pública para gestores de escolas financiadas pelo programa.
“Além dessas formações, pretendemos ampliar para outras áreas. Temos cursos previstos em administração, agronomia e engenharia de produção, por exemplo”, afirma Marcelo Pedra. Também há planos de estender a oferta de formação a técnicos de laboratório e outros profissionais das escolas técnicas estaduais em 2012.
A expectativa para 2012 é de oferecer 820 vagas em cursos de mestrado ou especialização, em institutos e universidades federais. De acordo com Marcelo Camilo Pedra, coordenador-geral de fortalecimento das redes de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação, a previsão para este ano é de que o investimento com a abertura das vagas em cursos de especialização e mestrado chegue a R$ 30 milhões com as novas parcerias que são negociadas. “Além da estrutura física e de laboratórios, o material humano é, sem dúvida, o mais importante no processo de formação dos alunos”, justifica.
Atualmente, cerca de 230 professores e diretores de escolas técnicas estaduais se encontram em cursos ofertados no âmbito do programa. Mais de R$ 4,4 milhões já são investidos na formação destes profissionais e na abertura de novas turmas.
Inicialmente, em 2011, os cursos foram pensados para qualificar os gestores das escolas financiadas pelo Brasil Profissionalizado. Ainda no final do ano passado também tiveram início as primeiras turmas com docentes no curso de especialização em agroecologia.
A formação em agroecologia para professores, assim como os cursos de especialização e mestrado para gestores educacionais, são uma parceria entre a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná, para as especializações em gestão e agroecologia. Ofertada pela Universidade Federal de Juiz de Fora, já está em andamento a primeira turma de mestrado em gestão e avaliação da educação pública para gestores de escolas financiadas pelo programa.
“Além dessas formações, pretendemos ampliar para outras áreas. Temos cursos previstos em administração, agronomia e engenharia de produção, por exemplo”, afirma Marcelo Pedra. Também há planos de estender a oferta de formação a técnicos de laboratório e outros profissionais das escolas técnicas estaduais em 2012.
Brasil Profissionalizado – O programa, que objetiva fortalecer e ampliar as redes estaduais de ensino técnico, desde 2008 já conveniou, em 23 estados e no Distrito Federal, recursos da ordem de R$ 2,047 bilhões para a construção, reforma e ampliação de escolas técnicas estaduais, além da aquisição de laboratórios, compra de material pedagógico e formação de docentes.
A justiça nossa de cada dia...
Dorothy Stang era missionária e foi assassinada com seis tiros (Foto: Reprodução/internet)
O domingo passado, 12 de fevereiro, marcou os sete anos do assassinato da missionária Dorothy Stang, em Anapu. Dos cinco envolvidos no assassinato, um está foragido e quatro estão presos, sendo apenas um em regime fechado.
Em Anapu, o único posto do Incra está fechado, o que, segundo os assentados, atrapalha o andamento dos processos que visam dar continuidade ao sonho de Dorothy: explorar a terra respeitando a floresta.
Na época em que foi assassinada, Dorothy dirigia um projeto de agricultura sustentável familiar no PDS (Projeto de Desenvolvimento Sustentável) Esperança, e havia pedido ao Incra a regularização das terras para que a violência não se multiplicasse, devido ao interesse de grileiros e latifundiários na área visando a agropecuária e, principalmente a extração de madeira.
Na manhã desta segunda-feira (13), uma reportagem do jornal “A Folha de São Paulo” menciona o já conhecido assunto da falta de segurança no assentamento. Desta vez, segundo a reportagem, as lideranças reclamam da falta que faz o posto do Incra no município. Segundo os assentados, o seu fechamento atrasa e impede as atividades de créditos, vistorias e fiscalizações solicitadas.
A reportagem da Folha afirma que o Incra disponibiliza dois funcionários da prefeitura no local para prestar informações, o que os assentados negam. A reportagem tentou entrar em contato com a assessoria do órgão em Santarém, mas não obteve sucesso.(Marina Chiari/ DOL, com informações da Folha de São Paulo)
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Prefeito e vereadores de Santa Luzia do Pará têm sigilos bancários quebrados
Na esteira da ação que move o MPE-PA no município de Santa Luzia do Pará, visando desmantelar uma suposta quadrilha que agia dentro da Prefeitura Municipal, o juiz da Comarca, André da Fonseca, determinou, hoje, a quebra do sigilo bancário da Prefeitura Municipal, da Câmara Municipal, do prefeito municipal Lourival de Lima (PT), do filho do prefeito, Gedson Xavier, e dos vereadores Robson da Silva, Fernando Vieira, José da Silva, José Nunes, Luis de Oliveira, Sebastião Neto, Maria Saldanha, Antônio Farias e Maria Machado (todos os vereadores do município).
A medida foi deferida em ação cautelar, requerida pelo MPE-PA, que prepara a impetração de ação civil pública, onde o órgão pretende demonstrar um “esquema de corrupção, envolvendo os Poderes Legislativo e Executivo em Santa Luzia, para compra e venda de votos.”.
Supremo reforça poderes do CNJ para punir magistrados
PARABÉNS BRASIL, PARABÉNS STF, A DEMOCRACIA VENCEU!!!
AGORA SIM, TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI!!!
O JUDICIÁRIO JÁ FEZ A SUA PARTE NA CONSOLIDAÇÃO DA DEMOCRACIA NO BRASIL, AGORA SÓ FALTA O CONGRESSO ACABAR COM O FAMIGERADO FORO PRIVILEGIADO.
Depois de uma segunda sessão plenária marcada por acesos debates, encerrada às 21h30 desta quinta-feira, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal reforçou a competência do Conselho Nacional de Justiça para processar e punir magistrados. Por 6 votos a 5, a Corte manteve a validade do núcleo da Resolução 135/11 do órgão de controle externo do Judiciário, objeto de ação de inconstitucionalidade proposta pela Associação dos Magistrados Brasileiros, e cuja liminar fora concedida pelo relator, ministro Marco Aurélio, em dezembro último.
A AMB contestava a competência “originária e concorrente” do CNJ nos processos administrativos disciplinares e na a aplicação de quaisquer penalidades previstas em lei, independentemente da iniciativa das corregedorias dos tribunais (artigo 12 da Resolução 135). Para o advogado da entidade dos juízes, Pavie Ribeiro, a matéria tratada na resolução não estava dentre as competências constitucionais do CNJ, sendo “ou matéria de competência privativa dos tribunais — quanto às penas de censura e advertência — ou de competência privativa do legislador complementar (Lei Orgânica da Magistratura) — quanto às penas de remoção disponibilidade e aposentadoria”.
Julgamento começou na quarta-feira e se estendeu até esta quinta no STF
Negaram referendo à liminar concedida por Marco Aurélio — no que se refere ao principal artigo da resolução — os ministros Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa, Ayres Britto, Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Rosa Weber. Ficaram vencidos, no todo ou em parte, além de Marco Aurélio, os ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Cezar Peluso. Eles defendiam o ponto de vista de que o CNJ tem, sim, pela Constituição, o poder de avocar processos disciplinares em curso nos tribunais, mas que devia, pelo menos, dar as razões pelas quais tomava tais iniciativas, em respeito ao princípio da subsidiariedade
Estréia
Na sua efetiva estréia em plenário, a ministra Rosa Weber ressaltou, em seu voto, que a Emenda Constitucional 45/2004, ao criar o CNJ, teve por objetivo “conferir novos arranjos a desenhos constitucionais desgastados e inócuos a seus fins”. A seu ver, não se pode falar em usurpação da competência dos tribunais e do Legislativo quando — não estando ainda em vigor o novo Estatuto da Magistratura — o CNJ regulamenta matérias até então sediadas na Lei Orgânica da Magistratura (Loman) e nos regimentos internos dos tribunais.
Ela acrescentou que na resolução do CNJ em julgamento não houve “quebra ou risco de quebra do Pacto Federativo”. E concluiu que a Resolução 135 foi editada dentro dos limites da competência constitucional do CNJ, que é “originária e concorrente, e não apenas supletiva e subsidiária”, quando se trata de procedimento administrativo disciplinar. Além disso, considerou que as iniciativas correcionais do CNJ independem de motivação expressa.
Enfáticos
Os ministros mais enfáticos na defesa da intervenção mais drástica do CNJ e de sua Corregedoria Nacional nas corregedorias dos tribunais foram Gilmar Mendes, Ayres Britto e Joaquim Barbosa.
O primeiro — que já presidiu o CNJ quando presidia o STF — chegou a afirmar que “até as pedras sabem que as corregedorias dos tribunais não funcionam quando se trata de investigar os desembargadores”. Joaquim Barbosa defendeu a “absoluta primazia” do CNJ no controle do Poder Judiciário, já que qualquer órgão com poder de atuar “de ofício” não pode ser “subsidiário” ou “supletivo”. Ayres Britto afirmou que “o CNJ não pode ser visto como um problema, mas como uma solução para o bem do Judiciário”.
De nada valeram as observações do atual presidente do STF e do CNJ, Cezar Peluso, de que a função do órgão de controle externo do Judiciário não é “acabar com as corregedorias (dos tribunais), mas remediar a situação daquelas que não funcionam como deviam”.
Julgamentos sigilosos
No início da sessão desta quinta-feira, ao analisar outros dispositivos da Resolução 135 do CNJ, o STF rejeitou, com base no voto do relator, a pretensão da AMB de invalidar o artigo 20 da Resolução 135 que tornou públicos os julgamentos dos processos administrativos disciplinares contra juízes e desembargadores em vias de serem advertidos ou censurados. Ficaram vencidos os ministros Cezar Peluso e Luiz Fux, para os quais o sigilo deveria ser observado em casos excepcionais.
Ao proferir o seu voto, Marco Aurélio reafirmou o que já adiantara no despacho inicial: “O respeito ao Judiciário não pode ser obtido por meio de blindagem destinada a proteger do escrutínio público os juízes e o órgão sancionados. Os juízes não podem eximir-se da fiscalização da sociedade. As decisões em processos disciplinares que envolvem juízes devem ser tomadas à luz do dia. O sigilo imposto com o objetivo de proteger a honra dos magistrados contribui para um ambiente de suspeição”. Lembrou ainda que o princípio da publicidade nos processos judiciais — e também nos administrativos — foi definitivamente consagrado pela Constituição vigente.
O ministro Luiz Fux foi o primeiro a divergir do relator, tendo em vista a existência de casos em que deveria prevalecer o princípio do “respeito à dignidade”. Argumentou que o Estatuto da Advocacia prevê que processos disciplinares para apurar faltas graves de advogados tramitem em sigilo, da mesma forma que a Lei Orgânica do Ministério Público em relação a seus membros. Cezar Peluso concordou em parte com Fux, na defesa da regra geral da publicidade, mas mantida a possibilidade de exceções previstas na própria Constituição.
Peluso e Fux basearam-se no inciso 9 do artigo 93, segundo o qual “todos os julgamentos serão públicos, podendo no entanto a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação”.
Mas os demais ministros referendaram a decisão do relator nesse ponto. Ayres Britto chegou a dizer que “a cultura do biombo foi excomungada pela Constituição vigente”. E Celso de Mello que “a ideia do sigilo foi banida do novo texto constitucional”.
Assim, a maioria votou no sentido de que deveria prevalecer — a favor do dispositivo da Resolução do CNJ — o inciso 10 do artigo 93 da Constituição: “As decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública, sendo as disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros”.
REPRESENTAÇÃO
O plenário manteve o artigo 9º da Resolução 135 — também contestado pela AMB — que permite a “qualquer pessoa” noticiar ao CNJ irregularidade praticada por magistrado, exigindo-se apenas formulação por escrito, com confirmação da autenticidade, a identificação e o endereço do denunciante. Marco Aurélio destacou no seu voto que o inciso 34 do artigo 5º da Constituição assegura a todos “o direito de petição aos poderes públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder”.
Autonomia dos tribunais
A questão da autonomia dos tribunais em matéria regimental em face do CNJ começou a ser apreciada quando se analisou o artigo 10 da Resolução 135, que prevê o prazo de 15 dias para recurso ao tribunal contra “decisões referidas nos artigos anteriores” por parte do autor da representação.
O relator Marco Aurélio entendeu que o CNJ não podia “instituir, em caráter geral e abstrato, recurso no procedimento disciplinar em trânsito nos tribunais, sob pena de ofensa à reserva de lei complementar para reger o procedimento disciplinar”. Mas ficou vencido, juntamente com os ministros Celso de Mello, Luiz Fux e Ricardo Lewandowski.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Escola pré-selecionada tem até 15 de fevereiro para a adesão
Escolas públicas urbanas e do campo pré-selecionadas pelo Ministério da Educação para oferecer ensino integral este ano têm prazo até 15 de fevereiro para aderir ao programa Mais Educação. As unidades de ensino que já estavam no programa em 2011 devem informar o número de alunos a serem atendidos e escolher as atividades a serem desenvolvidas.
A expectativa do MEC é oferecer educação integral em 30 mil estabelecimentos — 5 mil do campo — e atender 5 milhões de estudantes em 2012. Esse número compreende cerca de 3,1 milhões de alunos que já estão no programa e os que vão ingressar agora.
Como a adesão ao Mais Educação é opcional, o MEC pré-selecionou 14,2 mil escolas urbanas e 14,5 mil do campo, explica Leandro Fialho, coordenador de ações educacionais complementares da Secretaria de Educação Básica (SEB). Dados da secretaria mostram que 3,1 mil novas escolas buscaram acesso ao Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec) para fazer o cadastro. Esse procedimento é necessário para a unidade aderir ao programa e receber recursos do governo federal.
Os dirigentes escolares que tiverem dúvidas ou dificuldades para preencher as informações no Simec podem pedir esclarecimentos pelos telefones (61) 2022-9175, 2022-9176, 2022-9174, 2022-9184, 2022-9211, 2022-9212 e 2022-9181.
Adesão — Para as escolas pré-selecionadas, o acesso ao Simec ocorre por meio de senha, fornecida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Ao aderir, além de informar quantos estudantes serão atendidos, o gestor escolar pode relacionar até seis atividades, escolhidas em uma lista disponível na página eletrônica do programa.
A expectativa do MEC é oferecer educação integral em 30 mil estabelecimentos — 5 mil do campo — e atender 5 milhões de estudantes em 2012. Esse número compreende cerca de 3,1 milhões de alunos que já estão no programa e os que vão ingressar agora.
Como a adesão ao Mais Educação é opcional, o MEC pré-selecionou 14,2 mil escolas urbanas e 14,5 mil do campo, explica Leandro Fialho, coordenador de ações educacionais complementares da Secretaria de Educação Básica (SEB). Dados da secretaria mostram que 3,1 mil novas escolas buscaram acesso ao Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec) para fazer o cadastro. Esse procedimento é necessário para a unidade aderir ao programa e receber recursos do governo federal.
Os dirigentes escolares que tiverem dúvidas ou dificuldades para preencher as informações no Simec podem pedir esclarecimentos pelos telefones (61) 2022-9175, 2022-9176, 2022-9174, 2022-9184, 2022-9211, 2022-9212 e 2022-9181.
Adesão — Para as escolas pré-selecionadas, o acesso ao Simec ocorre por meio de senha, fornecida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Ao aderir, além de informar quantos estudantes serão atendidos, o gestor escolar pode relacionar até seis atividades, escolhidas em uma lista disponível na página eletrônica do programa.
Vale “vence” concurso de pior empresa em gestão ambiental e direitos humanos
A Vale “conquistou” o 1° lugar entre as empresas com pior atuação em direitos humanos e meio ambiente, do “Public Eye People´s” (O olho do povo) realizado, desde 2000, pelo Greenpeace da Suíça e pela ONG Declaração de Berna.
O “prêmio” foi anunciado hoje em programação paralela ao Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.
A Vale foi eleita a pior do mundo com 25.041 votos, seguida pela japonesa Tepco (24.245), que opera as usinas nucleares de Fukushima, e pela Samsung (19.014).
Pesou na indicação da Vale a sua participação na construção da usina de Belo Monte, no Pará, além de a empresa, segundo as ONGs que promovem o concurso, ter uma história de "repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho e a exploração impiedosa da natureza".
A Vale, que até então não se manifestara sobre o assunto, inaugurou um portal no qual afirma que "além das obrigações legais e gestão dos impactos de suas operações e projetos, a Vale contribui voluntariamente e investe na conservação de ecossistemas naturais e boas práticas em desenvolvimento sustentável".
Leão abocanha quase R$ 1 trilhão em 2011
Embora a arrecadação tenha ficado um pouco abaixo da previsão da Receita Federal, os brasileiros entregaram ao leão R$ 969,907 bilhões em 2011: R$ 143,388 bilhões a mais que em 2010.
A Receita Federal estimava, para 2011, um acréscimo de 11,50% em relação a 2010, mas, o acréscimo realizado foi de 10,1%: o maior, de um ano para outro, na história tributária do Brasil.
Os maiores pagadores de impostos são os bancos, seguidos pelas empresas de comércio atacadista. Em terceiro lugar vêm as montadoras de veículos.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Valor mínimo nacional do Fundeb aumenta 21%
ASCOM-FNDE (Brasília) – O valor mínimo investido por aluno este ano pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) terá um reajuste de 21,2% frente ao aplicado em 2011, passando de R$ 1.729,28 para R$ 2.096,68. No total, o Fundeb deve investir este ano R$ 114,3 bilhões na educação básica pública, um aumento de 19,12% frente ao valor de 2011 (R$ 95,9 bilhões).
O valor mínimo nacional é estipulado a cada ano em função da estimativa de arrecadação de impostos e contribuições que formam o Fundeb. Os estados que não conseguem atingir esse patamar com a própria arrecadação recebem uma complementação da União. Este ano, nove estados receberão esse apoio financeiro do governo federal: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.
Destinação – Formado por vários impostos e transferências constitucionais, o Fundeb financia a educação básica pública. Pelo menos 60% dos recursos de cada estado, município e do Distrito Federal devem ser usados no pagamento da remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício, como professores, diretores e orientadores educacionais.
O restante serve para despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, o que compreende uma série de ações: pagamento de outros profissionais ligados à educação, como auxiliares administrativos, secretários de escola e merendeiras; formação continuada de professores; aquisição de equipamentos; construção de escolas; manutenção de instalações.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Receita de um Feliz Ano Novo
Anote os ingredientes para um Ano Novo Feliz e Próspero.
Dê amor e carinho e receberá igual ou mais ... Tenha a paz no seu coração e voará tão alto que jamais será alcançado(a) pelo mal...
Brinde sem exageros e terá o equilíbrio, a vida...
Creia que é capaz e alcançará seus objetivos. Acredite... uma boa idéia se transformará numa realização...
Preserve a própria vida e respeite a vida alheia.
Economize, mas com sabedoria. Não deixe de viver a vida por economia a pouco dinheiro e nem se venda por ele.
Ame com intensidade. Não tenha medo de alcançar as estrelas.
E o mais importante dos ingredientes...
Encontre-se com Deus todos os dias... assim tudo se tornará muito mais simples e o seu ano será Iluminado!
Feliz e Próspero Ano Novo!
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
“Projetos” irresponsáveis prejudicam a qualidade do ensino público
No Pará a média para o aluno ser aprovado na Rede Estadual de Ensino é um vergonhoso 5 (cinco) e ainda assim as escolas insistem em fazer projetos irresponsáveis que substituem o ensino em sala de aula por colagens de papel crepom e iupi uha. Há quem defenda “fundamentalisticamente” esses projetos argumentando que o ensino tradicional é ultrapassado e bla, bla, bla...
Posso concordar em parte, mas insisto em fazer uma pergunta que considero pertinente: esse aluno, que num projeto desse tipo chegou a receber sete pontos em todas as matérias durante o ano, realmente aprendeu o conteúdo das disciplinas ofertadas? Vou dar um exemplo de uma escola estadual de ananindeua:
- Festa junina: 1,0. Aprendeu a armar a barraca e a dançar um forrozinho, mas não sabe fazer uma operação com raiz quadrada e vai levar pau no vestibular;
- Desfile Escolar: 1,0. Aprendeu a desfilar (será?), mas não sabe escrever nem falar a língua pátria corretamente e vai levar pau no vestibular;
- Gincana: 3,0. Aprendeu a arrecadar alimento e agitar uma torcida, mas não entende o significado de palavras simples para compreender sua própria história (como democracia, por exemplo) e vai levar pau no vestibular.
- Oficina de arte 2,0. Aprendeu a colar papel, costurar e bater uns pregos, mas não sabe fazer um cálculo simples de física e vai levar pau no vestibular.
É inegável que o aluno adquiriu algum conhecimento, que alguma coisa foi assimilada, mas será que a função da escola foi cumprida?
Não podemos substituir o conteúdo programático por atividades e aprendizados que deveriam acontecer no extraclasse. Esse é um erro brutal.
Um dos resultados sintomáticos que tenho observado nesse último bimestre é o total desinteresse do aluno pelo conteúdo.
Tenho ministrado aulas para cinco ou seis alunos em turmas que deveriam ter em média 35 presentes. Por que isso acontece? Por que a maioria já está aprovada.
Levando adiante o raciocínio sobre o caso, podemos chegar à conclusão de que, sendo a média cinco e o aluno recebeu sete pontos de “projetos”, isso quer dizer que ele pode se dar ao luxo de dispensar o ensinamento de um bimestre inteiro (e mais um pouco). Esse bimestre é justamente o último de cada ano. O mais improdutivo.
Brasil é a 6ª potência mundial
Brasil ultrapassou o Reino Unido, avança a "Economist Intelligence Unit", empresa de consultadoria pertencente ao grupo da revista "The Economist".
O Reino Unido já não é a 6ª maior potência económica do mundo, tendo sido ultrapassado pelo Brasil, que passou a ter este ano o sexto maior produto interno bruto (PIB) medido em dólares à taxa de câmbio corrente.
A informação é da empresa de consultadoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), confirmando assim, e antecipando, as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2011.
Tanto o FMI como a EIU e o Business Monitor International (BMI) haviam previsto que o Brasil ultrapassaria até ao final do ano o Reino Unido, passando a ocupar o lugar de sexta maior economia mundial.
De acordo com as projeções da EIU, o Brasil perderá a 6ª posição para a Índia em 2013 mas voltará a recuperar o lugar no ranking em 2014, ano do Mundial de Futebol, ao ultrapassar a França.
PIB cresce acima dos países ricos
A diferença do PIB estimado para o Brasil até ao final do ano - 2,44 mil milhões de dólares (mesmo considerada a redução da projeção de crescimento de 3,5% para 3%) e o PIB do Reino Unido (2,41 mil milhões, com crescimento de 0,7%) é de 1,2%, diferença que poderá facilmente triplicar.
Segundo o jornal "Folha de São Paulo", a subida do Brasil no ranking das maiores economias do mundo deve-se à crise dos países desenvovlidos. De acordo com a agência Terra, a tendência de ascensão dos países emergentes era esperada por especialistas há anos, mas acentuou-se devido à crise global.
A EIU refere que o Brasil continuará a subir no ranking das grandes potências, de modo a que até ao fim da década - de acordo com as projeções - o PIB brasileiro será maior do que o de todos os países europeus.
Segundo o "The Word Economy", de Angus Maddison, em 1820 o PIB britânico, sem as colónias, era 12,4 vezes maior do que o do Brasil; em 1870 era 14,3 vezes superior; e em 1913, 11,7 vezes mais elevado.
Em 2009, o PIB do Brasil ultrapassou os do Canadá e Espanha, passando a ser o oitavo do mundo, e em 2010 ultrapassou o de Itália.
De acordo com a "Folha", o crescimento do PIB que coloca o Brasil em posição favorável en relação às maiores economias mundiais é influenciado também pelo aquecimento da economia em 2010, pautada por uma política monetária de estímulo ao consumo - com uma série de subsídios e isenções de impostos iniciada no pós-crise.
"Enquanto a maioria das economias desenvolvidas ainda gatinhava na recuperação, o Brasil registou no ano passado o maior crescimento desde 1986, chegando a 7,5%. Em 2009, no entanto, a variação da economia brasileira foi negativa."
O jornal ressalta, ainda, que houve uma desaceleração na relação trimestral este ano, influenciada pela contenção do crédito, da valorização do câmbio, de juros mais elevados e do consequente arrefecimento da indústria provocado por estes fatores.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Cultura - Qual a origem da expressão "pagar mico"?
Pagar Mico
Ela vem do baralho infantil Jogo do Mico, fabricado no Brasil desde a década de 1950. No jogo, as cartas têm figuras de animais e o jogador tem que formar pares com o macho e a fêmea de cada espécie. Mas, no baralho, o mico não tem par. Quem termina com a carta na mão perde - ou seja, paga o mico. Mas cuidado para não levar gato por lebre e confundir mico com pato.
Pagar o pato
O "pagar o pato" vem da obra Facetiae, do italiano Giovanni Bracciolini, de 1450. O texto fala de um camponês que vendia patos. Uma mulher queria negociar o preço da ave com encontros entre ela e o vendedor. Mas eles foram surpreendidos pelo marido, que, sem saber dos acordos, pagou - literalmente - o pato.
Eleições - O horário eleitoral é gratuito mesmo?
Não, não é!
Os partidos políticos não pagam nada pelo espaço cedido pelos meios de comunicação, mas não pense que as emissoras arcam com todo o prejuízo. "De acordo com a lei, 80% do valor que a empresa iria receber, caso o espaço publicitário fosse vendido, pode ser deduzido do Imposto de Renda dela", explica Walter de Almeida Guilherme, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo.
É como se o governo pagasse boa parte dessas despesas. "Os 20% restantes seriam uma contribuição das emissoras para a democracia. Como são concessões do governo, as emissoras têm obrigações perante o poder público", diz Alexandre Rollo, advogado especialista em direito eleitoral.
PATROCÍNIO INVOLUNTÁRIO
Saiba de onde vem o dinheiro que paga o horário eleitoral
CIDADÃO
De tudo o que você compra, vende ou recebe, uma parte do dinheiro vai para a Receita Federal em forma de imposto. Esse dinheiro passa a fazer parte dos cofres públicos, ou seja, é a grana que o governo usa para administrar o país - para investir na saúde ou na educação, por exemplo.
O cidadão também pode ajudar o seu político favorito, doando diretamente ao candidato ou fazendo um depósito para o comitê do partido.
EMISSORA
Elas cedem uma hora e quarenta minutos aos partidos políticos, além das inserções no meio da programação. O tempo que cada um tem no ar depende do tamanho das coligações, e a ordem de exibição de suas propagandas é definida por sorteio.
RECEITA FEDERAL
Em época de eleição, as emissoras podem pedir isenção fiscal pelo espaço cedido ao horário eleitoral. Neste ano, a Receita Federal estima que 851 milhões de reais deixarão de ser pagos pelos meios de comunicação. E, para cobrir os gastos, o dinheiro público entra em cena.
HORÁRIO ELEITORAL
Sua novela foi substituída pelos galãs da política nacional. E, se você odeia propaganda eleitoral, melhor começar a prestigiar o que está financiando. Afinal, é o seu dinheiro que vai ajudar os partidos a produzir os programas e a pagar pelo espaço de exibição.
FUNDO PARTIDÁRIO
Os partidos também recebem assistência do Fundo Partidário, que usa a grana dos cofres públicos. É como se cada eleitor contribuísse com 35 centavos. Segundo o TSE, a doação deste ano será de cerca de 160 milhões de reais. O valor será dividido de acordo com o tamanho de cada partido.
FONTES www.tse.gov.br, www.tre.sp.gov.br, www.receita.fazenda.gov.br, Walter de Almeida Guilherme, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo; Eliana Passarelli, assessora do TRE de São Paulo; Rodolfo Machado Moura, diretor de assuntos legais da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert)
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